| 1 x de R$15,00 sem juros | Total R$15,00 | |
| 2 x de R$8,07 | Total R$16,15 | |
| 3 x de R$5,46 | Total R$16,38 | |
| 4 x de R$4,15 | Total R$16,63 | |
| 5 x de R$3,37 | Total R$16,85 | |
| 6 x de R$2,84 | Total R$17,05 | |
| 7 x de R$2,45 | Total R$17,21 | |
| 8 x de R$2,17 | Total R$17,43 | |
| 9 x de R$1,96 | Total R$17,65 | |
| 10 x de R$1,78 | Total R$17,80 | |
| 11 x de R$1,63 | Total R$18,02 | |
| 12 x de R$1,52 | Total R$18,24 |
“Por onde anda Makunaíma?” faz um resgate histórico e cultural daquele que é o personagem ficcional mais identificado com um certo jeito de ser brasileiro. A começar por Makunaima, mito de origem de etnias da tríplice fronteira Brasil-Venezuela-Guiana, registrado em livro pela primeira vez no início dos anos de 1910, pelo etnólogo alemão Koch-Grünberg. É ele quem faz a ponte entre o extremo norte da América do Sul com o Brasil não-indígena, por meio de Mário de Andrade, célebre autor da rapsódia Macunaíma, o heroi sem nenhum caráter, de 1926. Em 1969, Joaquim Pedro de Andrade lança a sua versão dessa história, o filme mais censurado do Cinema Novo. Em 78, Antunes Filho leva Macunaíma para o teatro. Em 1983, Macunaíma volta para o cinema como Exu-Piá, de Paulo Veríssimo, filme selecionado para o Festival de Berlim em 1985, mas não exibido. Com depoimentos em português, alemão, espanhol, macuxi e taurepang, o filme retorna a esse personagem que já nasce múltiplo e segue contemporâneo.
Gênero: Documentário
Diretor: Rodrigo Séllos
Duração: 1 h 26 min
Ano de Lançamento: 2020
País de Origem: Brasil
