| 1 x de R$15,00 sem juros | Total R$15,00 | |
| 2 x de R$8,07 | Total R$16,15 | |
| 3 x de R$5,46 | Total R$16,38 | |
| 4 x de R$4,15 | Total R$16,63 | |
| 5 x de R$3,37 | Total R$16,85 | |
| 6 x de R$2,84 | Total R$17,05 | |
| 7 x de R$2,45 | Total R$17,21 | |
| 8 x de R$2,17 | Total R$17,43 | |
| 9 x de R$1,96 | Total R$17,65 | |
| 10 x de R$1,78 | Total R$17,80 | |
| 11 x de R$1,63 | Total R$18,02 | |
| 12 x de R$1,52 | Total R$18,24 |
Data e local de produção
Ano: 1966
País: BR
Cidade: São Paulo
Estado: SP
Produção: Barros, Fernando de
Produção executiva: Miranda, Alberto
Produtor associado: Wallfilme; A.A.F. Produções Cinematográficas - SP
Gerente de produção: Orlando, Ramires
Direção: Barros, Fernando de; Khouri, Walter Hugo; Santos, Roberto
Direção de fotografia: Aronovich, Ricardo
Câmera: Aronovich, Ricardo
Edição: Barro, Máximo; Fernandes, Guadalupe; Renoldi, Sylvio
Baseado no livro homônimo de Sérgio Porto – o popular Stanislaw Ponte Preta – e dividido em três episódios, o filme buscava imitar no espírito da obra literária a crônica urbana, da cidade-síntese do país e mais especificamente das mulheres – ou de tipos femininos – que povoavam a cidade.
“As Cariocas” utiliza três histórias do livro, que possui originalmente seis. Uma quarta história, “A Donzela da Televisão”, viraria em 1970 “Em Busca do Susexo”, restando “A Desquitada da Tijuca” e "A Currada de Madureira", inéditas em adaptações para o cinema.
Coube a Fernando de Barros recriar “A Grã-Fina de Copacabana”; a Walter Hugo Khouri, no ano de “Corpo Ardente”, materializar “A Noiva do Catete”; e a Roberto Santos, uma livre interpretação de “A Desinibida do Grajaú”.
O primeiro episódio, de Fernando de Barros pouco acrescenta além da montagem dos fatos narrados no conto “A Grã-Fina de Copacabana”. Quase nada recria, sendo, coincidentemente, também o texto mais fraco do livro: Paula (Norma Bengell), uma dondoca da Zona Sul, faz acordo com um escroque, Cid (John Herbert), para conseguir o automóvel importado que deseja.
O terceiro e último episódio, dirigido por Roberto Santos, é sem dúvida o melhor. Adaptando o texto “A Desinibida do Grajaú”, Roberto reformula a personagem, deslocando Marlene (Íris Bruzzi) para a Penha e inventando um programa inquisidor de tv (já na Tv Globo, recém-inaugurada), no qual Marlene espia seus pecados de garota da Zona Norte que, ao virar “celebridade”, adquire os hábitos avançados da Zona Sul, causando conflitos no conservador bairro de origem.
